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Comunicador, músico e liberal-democrata. Entendam *liberal como vindo do LIBERALISMO, por favor! Um aviso: Muitos estão lendo meu blog e se assustando com a forma que escrevo. Meu... não é como escrevo, é como eu sou, é como eu me reporto a iMundos na vida real. Já disseram que minhas palavras agridem os olhos de quem lê: EU NÃO QUERO SER COLÍRIO PARA VISÃO DETURPADA DE iMundo. Não gostou? Sites como da Ana Maria Braga e Glorinha Kalil estão por aí para uma pessoa sensível como você.

domingo, 23 de setembro de 2012

Diuma mantém a cesta-básica nas alturas. É o governo do povo.


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By lidDem
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Diuma dá uma banana ao povo brasileiro e veta redução de impostos sobre a cesta básica

O PT é e sempre foi um partido populista. O iMundo-mor Lulla é exemplo inquestionável.

Sempre me perguntei porque o Demiurgo, que discursava prometendo acabar com a fome no Brasil, nunca pensou em zerar impostos sobre a cesta-básica. Não, melhor do que isso, preferiu dar uns trocados aos pobres, pois, segundo ele, "é fácil governar para pobres porque não exigem nada." Pois é, dê uma esmola e o povo se cala.

Outra indagação foi por que Lulla, que disse que acabaria com a fome no Brasil, nunca investiu um centavo em novos meios de transportes de alimentos, já que perdemos milhões e milhões de grãos transportados pelas rodovias federais em péssimas condições, além de encarecer o preço final no prato do consumidor. Os dados estão aqui neste blog.

Diuma, a cadelinha de Lulla, teve a cara de pau de vetar projeto que zera impostos sobre a cesta-básica. Tudo por causa das eleições, já que é do PSDB e não do PT.

[...]

Presidente Dilma veta isenção de impostos sobre a cesta básica

BRASÍLIA — Depois de dez pacotes bilionários com medidas para estimular a economia, a presidente Dilma Rousseff vetou o artigo que estabelecia a isenção de PIS/Pasep, Cofins e IPI sobre os alimentos da cesta básica, ao sancionar a lei 12.715, de incentivos à inovação tecnológica e que amplia a desoneração da folha de pagamento. Foram 18 vetos. A presidente argumentou que a efetiva desoneração da cesta básica deve levar em conta não só tributos federais, mas estaduais.

A decisão — acompanhada da criação de um grupo de trabalho sobre o tema — recebeu críticas tanto da oposição como de empresários. O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), afirmou que a medida representaria uma economia de mais de 10% para o cidadão:

— É lamentável que o governo rejeite tão importante medida. Mais ainda quando a razão é claramente negar a paternidade do PSDB sobre a isenção da cesta básica.

Em nota, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) disse que o governo errou e que os benefícios da desoneração beneficiariam toda a sociedade brasileira, na qual 70% das famílias utilizam mais de 30% da sua renda para a compra de alimentos.

O secretário-executivo-adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, garantiu que o governo vai desonerar a cesta básica. Ele disse que o texto foi barrado por conter erros “técnicos e jurídicos” e afirmou que já há vários itens alimentícios desonerados.

Mas a lei 12.715 incluiu o smartphone na Lei do Bem, zerando a cobrança do PIS/Cofins. Um decreto presidencial vai estabelecer as características do aparelho e o preço, em torno de R$ 900 sem imposto. Aqui

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Diuma usa máquina estatal para defender mensaleiros

Se tivessem investigado um pouco melhor, com certeza Diuma estaria enrolada no Mensalão. A terrorista acaba de usar máquina estatal para defender a sofisticada organização criminosa. Fizera isso, também, para rebater artigo de FHC.

Diuma mostra-se presidente do PT, de uma quadrilha, e não do povo brasileiro. Em países sérios, seria investigada por usar estrutura do Estado para resolver pendengas partidárias e até defender bandidos, como fez com Lulla (chefão do mensalão)  e mensaleiros afrontando um ministro da mais alta Corte.


[...]

Dilma rebate relator depois de ser citada durante julgamento

Reação. Presidente divulga nota oficial na qual sugere que ministro tirou do contexto depoimento que ela havia dado à Justiça em 2009; Barbosa usou declaração de petista para tentar mostrar que houve compra de parlamentares do Congresso no governo Lula

A presidente Dilma Rousseff divulgou ontem uma nota oficial para responder ao relator do mensalão no Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que na sessão de anteontem a citou num contexto em que condenava réus do escândalo.

O relator se valeu de um trecho do depoimento de Dilma Rousseff dado no processo em 2009 para tentar reforçar a tese da Procuradoria-Geral da República segundo a qual o pagamento de parlamentares por meio do valerioduto serviu para comprar o apoio político no Congresso para o governo Luiz Inácio Lula da Silva.

Naquele depoimento à Justiça, a então ministra-chefe da Casa Civil do governo Lula afirmou ter ficado "surpresa" com a rapidez da votação de uma medida provisória que definia um novo marco regulatório do setor elétrico.

Na conclusão de seu voto anteontem, Barbosa indicou que essa rapidez poderia ter como razão a compra de apoio no Congresso Nacional durante o governo de Lula. Barbosa afirmou que, além das reformas previdenciária e tributária, o mensalão serviu para uma "fidelização" de partidos para outras votações. E, nesse momento, destacou depoimento da presidente Dilma.

Leia tudo aqui.

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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A socialista RACISTA

Sabem quem é esta vagabunda? Leiam abaixo...

ESTA É A ELZA RIBEIRO, DE SP, DO PT.

NÃO PENSEM QUE ELA É UM CASO ISOLADO, NÃO É. iMUNDOS REALMENTE PENSAM O QUE VAI ABAIXO.

ESSA GENTE É RACISTA. A VAGABUNDA EM QUESTÃO VOTA NO MENINO MALUFINHO HADDAD.

E DEPOIS PERGUNTAM POR QUE TENHO UMA PROFUNDA OJERIZA POR ESSA GENTE iMUNDA.

LEIAM:

Não é uma VACA RACISTA? 

sábado, 8 de setembro de 2012

Taí! Eis o desespero da Sofisticada Organização Criminosa


Ministros citam Dirceu em votos do Banco Rural

Reuniões com o ex-ministro foram usadas contra a principal acionista da instituição

A participação em reuniões com o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu serviu de prova para três ministros do Supremo Tribunal Federal condenarem por gestão fraudulenta a ex-presidente e acionista do Banco Rural Kátia Rabello. A referência, conforme apurou o Estado com ministros e advogados, reforça a tese do Ministério Público de que Dirceu era o mentor e chefe do esquema do mensalão.

Os ministros Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Carlos Ayres Britto afirmaram que os encontros de Kátia com Dirceu foram mais um elemento a contribuir para a convicção de que os empréstimos de R$ 32 milhões feitos pelo banco ao PT e às empresas de Marcos Valério, operador do mensalão, eram simulados e foram fundamentais para o esquema. Para eles, o Rural teria interesse em interferir no processo de levantamento da liquidação extrajudicial do Banco Mercantil de Pernambuco. Segundo o Ministério Público, essa medida poderia render R$ 1 bilhão ao Rural.

Ontem, ao votar, Marco Aurélio usou o encontro com Dirceu para condenar a cúpula do Rural. "Esse contexto é condizente a assentar-se a culpa de Kátia Rabello e (do ex-vice-presidente operacional) José Roberto Salgado, não pelas simples condições que tinham em termo de cargos no banco, mas dos contatos mantidos com Marcos Valério e com o chefe do Gabinete Civil da Presidência da República José Dirceu, outro acusado neste processo."

Rosa Weber já tinha citado os encontros anteontem. Ela destacou que as reuniões foram marcadas por Valério, que faria "lobby" para o Rural. Por isso, na visão dela, seria "inverossímil" que a cúpula do banco não tivesse conhecimento das fraudes nas operações de crédito. A ministra afirmou que Kátia admitiu que Valério foi responsável pelo agendamento de três reuniões da direção do Rural com Dirceu - a ex-presidente do banco participou de dois desses encontros.

Ontem, o presidente do STF também fez referência indireta às reuniões entre Kátia e Dirceu. Britto observou que isso desmentiria a defesa da ex-presidente de que ela não teria muito conhecimento na área financeira. "Ela teve o total desembaraço ao participar de reunião com um alto dirigente do Partido dos Trabalhadores para tratar da intenção do banco naquela liquidação do Banco Mercantil de Pernambuco", afirmou Britto.

Acusado de corrupção ativa e formação de quadrilha, Dirceu seria o cérebro do mensalão, segundo o procurador-geral da República, Roberto Gurgel. O ex-ministro nega os crimes. Aqui.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

FHC: o boca de latrina

FHC, ou THC para os mais engajados, não tem boca de sovaco como dizem os iMundos, ele tem boca de latrina, pois só fala merda.

Já levantei aqui no blog, no tuiter e no face que desde 2005 que o grão-tucano faz de tudo para proteger Lulla e o PT. Desde segurar o impeachment do chefão do mensalão, passando pelos endossos ao ministro da Fazenda (Mantega) e ao presidente do Bacen (Tombini), até apoiar todas as medidas do governo Lulla/Diuma e dar pitacos na verdadeira oposição no Brasil: a internet.

Como disse um amigo, "o PT é a maior experiência social de FHC." E ele tem razão. Basta ver que FHC sempre solta alguma nota, um texto ou algo parecido quando há algo crítico no ar que está encurralando ... o PT. Quem sabe um dia eu faça um levantamento sobre. Vamos ver...

Eis que o Boca de Latrina acaba de jogar a última pá de terra na candidatura de Serra como estará exposto mo texto e link abaixo.

Não! Nem em Serra votarei. Aliás, há muito tempo que deixei de usar meu voto como útil. Nunca fui tucano mas tive o desprazer de votar no PSDB para não deixar o PT ganhar. Hoje, desculpe-me o tucanato fervoroso, NUNCA MAIS. Não voto em ninguém. O problema é que a declaração de FHC é exatamente o slogan de Haddad: "SP quer o novo!"

Quem não percebeu que FHC fez uma descarada propaganda para o Menino Malufinho de Lulla, por favor, abra o olho, pois foi a intenção do canalha.

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FHC admite 'cansaço' de eleitor com PSDB
Ex-presidente vê campanha marcada por longa predominância do partido no Estado e por 'fadiga de material' na polarização com o PT

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou ontem que a polarização entre PSDB e PT em São Paulo "levou a uma fadiga de material" no cenário político paulista. A isso se soma "um pouco de cansaço do eleitorado com a predominância do PSDB por longo tempo" no poder. Os tucanos estão no governo do Estado há 18 anos. Na Prefeitura, em parceria com Gilberto Kassab (PSD), há oito.

Ele não faz uma relação direta entre esse "cansaço eleitoral" e a recente queda do candidato tucano José Serra nas pesquisas. O que se percebe, diz ele, "é que o Russomanno subiu. Os outros estão praticamente no mesmo lugar". E quanto a Serra? "Ele já tinha caído antes, mas parou, se estabilizou em outro patamar."

A avaliação, feita em entrevista ao Estado, ocorre no momento em que tanto FHC quanto a presidente Dilma Rousseff (PT) entram na campanha gravando mensagens para os respectivos candidatos, Serra e Fernando Haddad. E o fazem nesse cenário de que fala o ex-presidente, marcado por surpresas para os dois partidos - pois, na contramão do que ambos esperavam, seus candidatos estão bem atrás do líder de todas as pesquisas de intenção de voto, Celso Russomanno (PRB).

Fernando Henrique afirmou ainda que o eleitorado do PT também está menor, e isso não acontece apenas em São Paulo. "Nas capitais, pelo País afora, o PSDB está melhor que o PT", afirmou o ex-presidente tucano. Ele ressaltou que "isso (a 'fadiga de material' do eleitorado) não assegura nada sobre o que vai acontecer até o dia das eleições". O jogo importante na eleição paulista, segundo o tucano, "vai se dar nas semanas finais".

'Em pé'. A entrada de FHC e da presidente Dilma na campanha paulista se segue à "batalha epistolar" entre os dois no início da semana. No domingo, ele publicou no Estado um artigo crítico ao governo Lula, que ela replicou, no dia seguinte, defendendo seu antecessor. Ontem, FHC afirmou que não quer levar essa discussão adiante e fez um único comentário: "Fiquei contente porque tudo o que eu disse parou em pé".

A receita do ex-presidente para a recuperação do PSDB e de seu candidato é "a reafirmação corajosa de suas teses e a defesa de valores, defender o que fizemos". Se isso for feito, ele espera que Serra volte aos antigos patamares. "Ir para o segundo turno é fundamental", avisou.

FHC ironiza análises que falam em empate técnico porque um candidato pode ter três pontos a menos e outro três a mais. "Ora, pode também ser o contrário e o que lidera estar ainda mais ainda à frente, não?" Ele não leva a sério, também, a insistência dos rivais em vender o novo. "O Russomanno, de novo, não tem nada. É candidato há muito tempo." Só faz sucesso "porque não está ainda classificado entre os grandes".

Aécio. Ontem, em viagem a Jundiaí, no interior de São Paulo, o senador tucano Aécio Neves (MG) fez, numa reunião de apoio ao candidato do partido à prefeitura, um mea culpa geral em defesa de FHC: "O PSDB cometeu o pecado, no passado, de não ter valorizado o nosso legado". Disse ainda que está "estimulando o presidente a entrar na campanha em algumas capitais". Lembrou que no quadro atual o PSDB e seus aliados lideram em mais de dez capitais "e o PT, só em Goiânia". Dali foi a Ribeirão Preto, para encontro semelhante, e atacou os petistas: "Queremos introduzir na agenda do Brasil a gestão pública de qualidade para se contrapor a esse absurdo aparelhamento do Estado brasileiro". / COLABORARAM RICARDO BRANDT E RENÉ MOREIRA
Aqui

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Diuma, em rede nacional, mentiu para você e nem ficou vermelha

Diuma já disse que se orgulha de ter mentido e que mentiria de novo; Diuma já disse que o Brasil mudou de lado mas ela, não.

E foi por aí que Diuma, que assaltou bancos e mentiu, contou a maior cascata ao povo brasileiro em rede nacional. Pior, no horário da "novela da Carminha". Assim não dá, assim não pode!

O corte em energia que a Poste anunciou nada mais é do que uma espécie de reembolso de dinheiro que o governo nos roubou. Não há bondade, há decisão do TCU para ressarcimento de dinheiro arrecadado indevidamente ( ROUBO).

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Conta de luz: relator do TCU pede R$ 7 bilhões

Ministro vê cobrança indevida e defende devolução a consumidor

O ministro Valmir Campelo, relator do processo em curso no Tribunal de Contas da União (TCU) que analisa distorções em reajustes das tarifas de energia elétrica no país, é favorável à devolução de pelo menos R$ 7 bilhões cobrados indevidamente dos consumidores. O processo entrou na pauta do plenário do tribunal ontem, mas um pedido de vistas do ministro Raimundo Carreiro adiou a votação. Antes disso, Campelo leu o relatório e seu voto, em que se manifesta favorável à devolução da quantia indevida cobrada dos brasileiros.

- Caberá à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidir se a devolução será feita de forma individualizada aos consumidores ou se será definida com base nos próximos reajustes tarifários - afirmou o ministro, que ressaltou que o TCU tem uma atribuição constitucional para tomar essa decisão.

Prejuízo de R$ 1 bi por ano

A devolução decorre de um erro na metodologia de cálculo dos reajustes tarifários. As tarifas de energia elétrica cobradas entre os anos de 2002 e 2009 apresentaram esse erro, o que pode ter ocasionado um prejuízo mínimo de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores no país.

O voto do ministro Campelo - que ainda não foi analisado pelo plenário do tribunal devido ao pedido de vistas - determina que a Aneel calcule a diferença entre o valor arrecadado e o valor repassado dos encargos e custos de transmissão em relação a cada concessionária desde o primeiro reajuste indevido até fevereiro de 2010.

A metodologia do cálculo para cada distribuidora de energia elétrica deverá ser apresentada ao Tribunal de Contas da União em 60 dias a partir da publicação do acórdão a ser votado pelo plenário. Não há previsão para quando essa votação irá ocorrer.

Representantes de entidades de defesa dos consumidores cobraram que seja feita uma correção da metodologia dos reajustes tarifários em 60 dias e lembraram que a própria agência reguladora reconheceu que a arrecadação decorrente do erro não pertence às concessionárias de energia, mas aos consumidores.

Os "ganhos indevidos", segundo esses representantes, já ultrapassaria R$ 7 bilhões destacados em auditoria realizada pelo TCU em 2008.

Já os representantes das distribuidoras, da Aneel e do governo presentes no plenário negaram que houvesse ganhos de receita, descumprimentos contratuais e violações aos direitos dos consumidores no episódio. Aqui.

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